Educação escolar indígena como novo paradigma na visão indígena: Experiência, conquistas e desafios
Artigo: EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA COMO NOVO PARADIGMA NA VISÃO INDÍGENA: EXPERIÊNCIAS, CONQUISTAS E DESAFIOS
Autores: Rosilene C. de Araújo Tuxá
Ano de publicação do artigo: 2011
Local de publicação: TELLUS ano 11, n. 20, jan./jun. 2011
O presente artigo aborda o novo paradigma da educação escolar, na perspectiva indígena. O texto inicia abordando a trajetória na área da educação brasileira, e como ela nunca foi pensando nas perspectivas de atender os povos nativos, mas aonde classes sociais favorecidas no corpo social, e consequentemente, submeter a exclusão não apenas dessa população, assim também como grupos situação de vulnerabilidade social.
Com o resultado dessa exclusão, é retirado do povo indígena, o seu direito de exercer a cidadania e isso fortalece um modelo social injusto e excludente. Contudo, nos últimos anos, essa realidade vem sendo modificada devido às lutas de vários segmentos sociais, diversas políticas educacionais foram inseridas nas diretrizes, o que assegura o direito da população a uma educação de qualidade.
Nesse sentido, o desafio também engloba a abordagem de assuntos voltados para construção de modos de vida e organização social, trabalhando o fortalecimento e a valorização da vida indígena. O artigo busca fortalecer a falta de políticas educacionais e a inoperância dos agentes governamentais na educação escolar indígena, principalmente pelo despreparo técnico e a falta de professores indígenas assumindo a docência
Em vista disso, o artigo finaliza abordando a necessidade de um encaminhamento dessas diretrizes curriculares voltadas para a educação indígena, para assegurar a garantia de direitos, conforme previsto na legislação. Além disso, a implementação de novas políticas públicas, garantirá a compreensão da funcionalidade no âmbito educacional indígena.
REFERÊNCIAS:
RCA Tuxa. “ EDUCAÇÃO ESCOLAR INDÍGENA COMO NOVO PARADIGMA NA VISÃO INDÍGENA: EXPERIÊNCIAS, CONQUISTAS E DESAFIOS” Tellus, ano 11, n. 20, pág. 275-288, jan./jun. 2011 Campo Grande, MS.

Comentários
Postar um comentário